Quando o peguei para medicar, miou em forma de gemido. Alguma parte lhe doeu. Mas antes andou a correr, a brincar e comeu bem! Até brigou com o Rafael. Sabemos que tem uma doença incurável, mas, tem estado tão bem...
A veterinária disse-me que ele ia-me fazer pena, que eu ia ter vontade de lhe tirar o funil, mas não o devo fazer, porque é para o bem dele... a úlcera é como uma ferida e para cicatrizar não se pode tocar lá! Ele aguentou a noite toda com o funil, de manhã conseguiu tirá-lo. E quando cheguei do trabalho, tinha-o tirado de novo! É um stresse, para ele e para mim...