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O Riscas e o seu odioso hábito

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Ele está doentito é certo, e nesse campo está estável! Toma a medicação, muitas vezes contrariado, mas vamos conseguindo. O que tem sido difícil, mesmo com sprays, com mesinhas, com todos os cuidados, é impedir que ele faça  xixi fora da caixa. Além dos locais habituais, escolhe novos locais. Ele faz num sitio, vou lá ponho  spray e aí por umas 5 horas não faz lá, depois tenho de andar a reforçar, ponho à noite e de manhã, quando chego a casa à tarde meto de novo, mas quando não está ninguém em casa por horas, não dá para por. Há partes do meu chã que estão pegajosas,  do spray, onde  temos de ter cuidado para não escorregar. Até à entrada do WC quando lá tinha tapetes, ele fazia! Acabei por tirar estes tapetes, e agora como a areia já não fica no tapete, anda espalhada pela casa, e andar a aspirar ou deixar ficar! Ninguém gosta de ter a casa assim.  Já para não falar das coisas que já tivemos de por pro lixo, porque o cheiro, não saiu: sapatos, chinelos, mochi...

O Riscas ainda não aceitou o Rafael

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Como já aqui referi o Rafael esteve duas noites e cerca de três dias internado. Quando regressou o Riscas não o recebeu bem! O Riscas só lhe soprava, não o deixava sequer aproximar! Pensei que no dia seguinte a situação se resolvesse. No entanto, já passaram uns dias e o Riscas continua a soprar ao Rafael cada vez que ele passa por perto. Até podem estar na mesma divisão, mas se cada um estiver distanciado. Dizem que é dos cheiros e que o Riscas não o reconhece! Mas será que a visão não tem importância, ele deve ver que é o Rafael, ou não!? Só espero que isto passe e que voltem a ser bons amigos, como antes!

A espiga

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Cheiros novos, têm de ser investigados!  

Não são para mim!?

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"Humana minha dona, não me torturures, diz logo que posso tratar destes carapaus à minha maneira!"

A vista da varanda

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Eles gostam de ir à varanda, não só pelas ervinhas, mas também pelos cheiros. Desta vez até viram um gatinho lá em baixo, mas apenas olharam e nem reagiram. Certamente tinham a noção que não estava perto, por isso não lhes faria mal!  

Tudo o que entra cá em casa é devidamente inspecionado

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Quando chego com as frutas e hortaliças do mercado, o trolley é logo inspecionado pelo inspecto Riscas!    

O Riscas está a dizer um segredo ao Rafael

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Os cheiros da rua

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Como do lado da varanda maior, está a decorrer uma experiência com feijões num  vaso (se o Rafael vê o caso vai logo esgravatar), para a disciplina de ciências do dono júnior, a alternativa é ir à varanda mais pequena. Mas eles gostam, o Rafael é que se assusta com os barulhos...

Que cheirinho é este?

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O cheiro da chuva intriga-os

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Apanhar o ar da rua, é tão bom!

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Depois da tempestade, voltou a bonança

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Agora, eles já estão aqui os dois a partilhar o momento da refeição... Mas, ontem, depois do Rafael ter ficado três horas na clínica veterinária para ser  esterilizado , quando regressou, o Riscas não o reconheceu e ficou violento com ele, tive de os separar.  Pelo que me explicaram, tem tudo a ver com o facto de o Rafael ter trazido um cheiro diferente, e ser necessário, algum tempo, até o Riscas  reconhecer esse cheiro... O mundo felino, é mesmo curioso!

Passou uma semana e...

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    Apesar de ainda não se darem, o caso já esteve pior. Por vezes, andam à patatada, não sei se é briga ou se é brincadeira. Outras vezes vejo o Riscas a cheirar demoradamente o rabo ao Rafael. Uma amiga, disse-me que enquanto nós humanos apertamos mãos, os gatos cheiram o rabo uns dos outros. Ok, é estranho, mas resta-nos aceitar...

O foco são os cheiros

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As minhas expectativas da adaptação entre o Riscas e o Rafael, eram boas. Eu estava demasiado otimista, acreditava que como o Riscas é castrado, não ia haver aquela luta pelo território. Mas tal não aconteceu. Eu devia ter pesquisado opções para o caso de eles não se adaptarem, antes da chegada do Rafael.   Mas tal não aconteceu, e tive de pesquisar depois de o Rafael já cá estar. Dois  dos três   conselhos  resolvi seguir. O conselho era que arranjasse uma mantinha, a colocasse junto do Rafael e depois a dar ao Riscas, para que este se habituasse ao cheiro do Rafael. Além disso, arranjar um produto simples e barato de nome aroma  ou essência de baunilha e colocar umas gotas do pescoço de cada um, de forma a ficarem ambos com o mesmo cheiro.   Além disso, também aconselharam um difusor clamante, mas esse já era dispendioso para mim... O certo é que mesmo com os cheiro igual, o Riscas continua a soprar e a assanhar-se ao Rafael....